19 de Outubro de 2009

Rabo de Peixe volta a estar no mapa do progresso

Minha rica tia-presidente de junta! De mangas arregaçadas, junto do excelentíssimo presidente da câmara, sorriso estampado a espalhar charme pelas ruas da vila.

Últimos suspiros

As declarações de José Saramago a propósito da publicação do seu mais recente livro (Caim, Caminho) fazem-me lembrar o último suspiro de um corredor de fundo sobre a linha de meta. De mãos apoiadas nos joelhos, com a espinha curvada pelo esforço despendido, não deixa de criticar a direcção do vento, os directos adversários ou os juízes de pista. E por falar em último suspiro, a continuidade hermética de Ferreira Leite à frente do PSD mais parece aqueles doentes terminais que ligados à máquina por diversas vezes anunciam tréguas aos cuidados intensivos, para daí a instantes voltarem a ritmar o som da batida cardíaca. Já o caso de João de Deus Pinheiro é mais grave: tratou-se de morte súbita, depois de meia hora de tentativa de reanimação.

20 de Agosto de 2009

19 de Agosto de 2009

Mapa afectivo

São Miguel
Madrid
Roma
Florença
Veneza
Londres

a
geografia
sentimental
de
um
casal
apaixonado
U2
Wembley 2009

3 de Agosto de 2009

Linguística pura

Tenho alguns alertas do Google activos, sendo um deles "construções passivas". Sempre que surge algum artigo/ notícia sobre o tema, recebo o alerta na caixa de email. É claro que o Google também se engana, e muito. Acabou de chegar este link para "corrupção passiva". Haverá uma certa semelhança fonética entre construção e corrupção? Talvez. O certo é que as minhas construções passivas não rendem tanto como a corrupção passiva do Isaltino.

29 de Julho de 2009



Isto não é um filme. Isto não é nada.
Se não é um filme e se não é nada, poderei mesmo assim dizer que foi mau, foi muito mau?

9 de Julho de 2009

Deslumbrei-me com o teu deslumbre*

Foto nossa
Veneza, não me tivesses tu também deslumbrado, ter-me-ia deixado deslumbrar apenas com o deslumbre* que suscitaste nele.


* ou deslumbramento

8 de Julho de 2009

Juliana tinha um polar azul que usava todas as vezes que dormia com João. Certa vez, ele disse-lhe que aquele polar lhe fazia impressão nos dedos. Juliana sugeriu que ele cortasse os dedos pois assim não sentiria a textura do polar. Ele fê-lo e limpou os dedos ao polar azul. Juliana gritou. O meu polar não é mais azul!